• A ADPP Angola celebrou 30 anos criando desenvolvimento em todo o país, em parceria com o governo, comumidades e parceiros

  • A ADPP opera 45 projectos em 42 municípios de 18 províncias nas areas de educação, saúde comunitária, agricultura e desenvolvimento rural

  • Junto com o Ministério da Educação, a ADPP opera 15 escolas de formação de professores e graduou 9644 profesores primarias desde 1998

  • ADPP tem: 900 trabalhadores, 4000 voluntários, 1000 professores estagiários em 92 municípios, alcançando 700.000 pessoas

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Feliz Março Mulher!

Conheça algumas das mulheres da ADPP: Estudantes, líderes de projectos, directores, professores, agricultoras e agentes comunitarias, que trabalham nas comunidades para capacitar as mulheres, as comunidades e o país.

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#womenofangola: citações

  • A mulher é mãe e educadora
  • Quanda treinamos mulheres...
  • Homen e mulheres possam construir juntos uma sociedade mais justa.
  • Vamos celebrar este dia com muita alegria
  • O meu sonho
  • Feliz Março Mulher
  • É importante comunicar a educação no meio rural
  • Mês da Mulher
  • Lutamos pelos nossos objectivos
  • Para todas as Mulheres
  • Queridas irmãs Angolanas
  • Nunca devemos afirmar

    Dia de Reflexão sobre Educação de Raparigas na EPF Huambo

    Dia da Reflexão da Educação das Raparigas na EPF Huambo

    A EPF do Huambo comemorou o Dia da Reflexão da Educação das Raparigas, no dia 5 de Junho, com 113 convidados e 88 membros da EPF, um total de 201 pessoas.

    A principal convidada especial foi a Doutora Deolinda Camarada, Vice Administradora para o Município do Huambo que, durante a sessão de abertura, agradeceu a ADPP pelo importante programa de formação de professores que prepara os professores graduados para assumirem o ensino nas áreas rurais e para trabalharem na educação das raparigas. Os outros convidados foram os professores das escolas primárias, técnicos das clínicas de saúde, professores e estudantes de duas universidades e de três escolas secundárias. A televisão nacional e duas estações de rádios conduziram as entrevistas. Da Quissala, vieram professores e estudantes da EPP Huambo, crianças da escola “Cidadela das Crianças” e o Instituto da Linha de Frente.

    Durante a sessão de abertura, o Director da EPF Huambo apresentou o programa de Empoderamento das Raparigas, para apoiar a educação das raparigas. Um grupo teatral apresentou uma peça relacionada ao tema e três estudantes falaram acerca das suas experiências. Depois disso, 14 grupos, compostos de estudantes, professores, trabalhadores da saúde e líderes tradicionais, discutiram cinco assuntos para promover a educação das raparigas.

    Os cinco assuntos incluíram como fortalecer a educação das raparigas nas escolas, como evitar a gravidez precoce e o casamento precoce, os riscos de saúde da gravidez precoce para as raparigas e os seus bebés, as estratégias para ter baixas rendas familiares para enviar as mulheres para a escola e finalmente a importância de ter boas latrinas nas escolas primárias. Durante a hora final, os representantes de 14 grupos de trabalhos apresentaram as suas conclusões, de tema a tema.

    O dia progrediu bem, e todo mundo foi desafiado a tomar uma posição com relação os cinco assuntos. Alguns jornalistas ficaram e participaram activamente nos debates.

    As estudantes da EPF Joana Florinda Chiquita, Alice Cassinda Simão Ukuahamba, Filomena Chalimba Sunguahanga e Marta Augusto Talama, e o professor da EPF Pedro Essaca Cawele, comentaram nos eventos.

    Filomena Chalimba achou que o dia correu muito bem, com um vasto número de convidados e muitas contribuições no tema da promoção de educação das mulheres. O problema foi tanto que os 14 grupos de trabalho completos podiam ser formados.

     

    Estudantes e Professores da EPF Huambo organizaram um dia de reflexão sobre educação de raparigas

    Estudantes e Professores da EPF Huambo organizaram um dia de reflexão sobre educação de raparigas

    201 pessoas participaram no evento, incluindo autoridades da educação e outras partes interessadas

    201 pessoas participaram no evento, incluindo autoridades da educação e outras partes interessadas

    A Marta Augusto Talama foi uma das três estudantes a apresentar experiências pessoais durante a cerimónia de abertura. Foi a primeira vez que teve parada na frente de 200 pessoas, mas ela estava bem preparada, assim como estavam as outras estudantes. A Marta era de opinião que todos, especialmente as jovens, deviam estar cientes das mudanças de atitudes no papel das mulheres. Ao passo que as mulheres ficavam uma vez em casa e ajudavam os seus maridos, hoje em dia a igualdade e a educação para todos significa que, as mulheres podem fazer tudo o que os homens fazem. A Marta continuou a explicar o que um professor da escola primária de Calundeia disse que, ele aprendeu muito durante o dia, e que podia ir à casa e falar ainda mais com as suas filhas acerca de todas as questões levantadas.

    Alice Cassinda Simão Ukuahamba explicou que foi a primeira vez que ela tinha discutido sobre género em tal evento. Quando estudava em outras escolas, género nunca foi assunto de discussão.

    Ela aprendeu muito da sessão de grupo, que ela achou interessante, e o tempo passou depressa.

    Joana Florinda Chiquita fez parte do grupo de oito estudantes que apresentaram a peça teatral.

    Embora elas responderam serem capazes de actuarem no evento, elas estavam muito ocupadas com os seus estudos que elas esqueceram-se de tudo acerca disto até um dia anterior. Elas começaram a ensaiar, desenvolvendo como as histórias se enquadrariam, e praticaram mais e mais de noite. O esforço foi valioso, assim como a peça teatral também foi um sucesso, dizer a história de mulheres como elas, que precisavam de dinheiro para roupas. Seus pais eram pobres, e ela ficou grávida depois de ter relações sexuais com um familiar mais velho em troca de dinheiro. Após ficar grávida, os seus pais expulsaram-na de casa, o familiar foi-se embora, e ela não conseguiu um emprego porque não terminou de estudar. A peça teatral foi apresentada com energia e toques de humor, com o público a acompanhar atentamente, e foi uma boa maneira de preparar todos para os debates.

     As discussões em grupos de trabalhos acerca de como evitar a gravidez na adolescência deixaram uma forte impressão na Joana, assim como foi o tópico relevante para ela e as suas colegas estudantes. Ela deu aulas de educação sexual para as alunas primárias, muito dos quais tinham pouco ou não tinham conhecimentos da disciplina.

    Algumas raparigas começaram a menstruar sem saberem o que era. Durante a discussão sobre as latrinas escolares, ela estava surpresa ao ouvir o professor dizendo que a limpeza e a manutenção das latrinas era um problema do Director e não para os professores. A Joana respondeu que, como limpar as latrinas são importantes para assegurar que as raparigas frequentam e permanecem na escola, os professores deviam também estar envolvidos. Todo membro da EPF podia concordar com aquilo, mas isso é a maneira de como as coisas estão na EPF.

    Pedro Essaca Cawele comentou do nível de organização, com encontros e sessões de planeamento, e os esforços de dois grupos de estudantes que fizeram toda a preparação. Os participantes também desfrutaram de um bom almoço.

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    Relatório Anual de 2018 da ADPP Angola

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